Onde foi publicado
2/18/2006
A tecnologia e suas contradições
11/27/2005
O Turismo Rural na Região de Ribeirão Preto

O Turismo Rural é um segmento de negócios novo na região de Ribeirão Preto e no Brasil. O seu surgimento e expansão estão associados aos seguintes fatores: a necessidade que o produtor rural tem de diversificar sua fonte de renda e a vontade da população urbana de escapar do stress, reencontrar suas raízes, conviver com a natureza, com as tradições, costumes e com os valores das populações do interior.
A visitação de propriedades rurais é uma prática antiga e comum no Brasil. Entretanto, a exploração econômica desta atividade, caracterizada como Turismo Rural, tem pouco mais de vinte anos. As primeiras iniciativas ligadas ao turismo em ambiente rural em nosso país foram registradas na década de 80, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Naquela ocasião, alguns proprietários rurais que se sentiam pressionados pelas dificuldades do setor agropecuário, resolveram diversificar suas atividades e descobriram o grande potencial econômico do turismo no ambiente rural.
Na região de Ribeirão Preto, o Turismo Rural começou a ser desenvolvido há cerca de 12 anos atrás. Porém, ainda não apresenta resultados expressivos, porque enfrenta muitas dificuldades como a falta de conhecimento do potencial turístico regional, falta de interesse, organização e escassez de investimentos. Muitos municípios da região ainda não têm projetos turísticos, seja por carência de recursos ou por não reconhecer o potencial de desenvolvimento que esta atividade pode proporcionar. Esqueceram o turismo e apostaram tudo no agronegócio; talvez sem perceber que ambos estão ligados por um cordão umbilical comum: a terra.
Não é difícil constatar a falta de empregos e os seus efeitos danosos na sociedade. Segundo os economistas, a indústria deixou de ser um segmento gerador de postos de trabalho e o comércio não pode crescer enquanto o poder de compra da população estiver em baixa. Muitos defendem que a solução para essa crise é o incentivo ao empreendedorismo. Novos empreendimentos significam novos empregos e mais renda. Nesse aspecto, o Turismo Rural surge como uma alternativa econômica viável, pois ao atrair visitantes que consomem produtos e serviços, ele movimenta a economia, cria novas empresas, principalmente micro e pequenos negócios, gerando novas oportunidades de trabalho. Um exame mais detalhado poderá apontar outros benefícios do Turismo Rural, como por exemplo: conservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.
A região de Ribeirão Preto tem uma vocação natural para as atividades rurais. Também possui uma riqueza histórica única e uma cultura singular forjada pela integração de vários povos. Será um sonho impossível implementar um conjunto atividades turísticas em nosso meio rural? Não será este um novo caminho para estimular a biodiversidade econômica? Talvez esta seja uma ótima oportunidade para incentivar uma indústria limpa, resgatar e promover a herança cultural e o patrimônio natural da comunidade interiorana.
Por Orlando Ribeiro
Publicado no Jornal A Cidade de Ribeirão Preto em 22/11/2005
11/13/2005
200 anos de devastação
10/30/2005
O que preocupa os empresários?
Nas questões relativas aos custos, por exemplo, muitas empresas não sabem quanto custa produzir um determinado produto e se o volume de suas vendas justifica a continuidade de sua produção. Ou então elas não têm conhecimento do seu custo operacional e o impacto que ele causa nas finanças.
9/16/2005
A inteligência e o mundo dos negócios
- A estudante Shirlei Grasielli Machado, da Universidade do Vale do Itajaí, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, está usando este atigo no seu TCC (Trabalho de conclusão de curso) no curso de Bacharel em Ciências da Computação.
8/29/2005
O encontro
Onde foi publicado
Jornal A Cidade de Ribeirão Preto: Agosto/2005
8/11/2005
A segunda chance
Ao retornar à empresa, teve certeza de que aquele mundo não lhe servia mais. Ela desejava dar outro sentido à sua vida. Estava decidida a dizer adeus ao frenético mundo dos bites e bytes, às viagens intermináveis, à solidão dos hotéis, aos seminários insossos e toda aquela falsa sensação de auto-suficiência e onipotência. “Quero voltar a viver!”
Onde foi publicado
8/05/2005
Momento de decisão
Onde foi publicado:
- Jornal A Cidade de Ribeirão Preto/SP em 04/08/2005
7/28/2005
Virando a mesa
- Val! Como vamos salvar a empresa? Perguntava Carlos, seu cunhado.
- Não se preocupe. Já estou cuidando disso. Já cancelou os contratos de informática?
- Sim!
- E o novo sistema de gestão? Precisamos de uma solução segura e confiável!
- Já estou procurando! Respondeu Carlos.
- Dona Val! O senhor Miro chegou! Avisou a secretária pelo interfone.
- Dona Arlete, diga ao senhor Costa para vir à minha sala. Ah, mande o senhor Miro entrar em dez minutos!
- Quem é esse Miro, Val? Perguntou Carlos.
- Você logo saberá!
- Com licença? Perguntou Costa abrindo a porta e esgueirando-se para dentro da sala de Val.
- Sente-se Costa!
- Tudo bem Val? Perguntou ele ironicamente.
- Costa. Aqui está sua carta de demissão e o valor que você deverá transferir para a conta da empresa. Agora!!! Disse Val secamente.
- Carta de demissão? Transferência? Você deve estar delirando!
- Não estou delirando. Isso é sério!
- Está nervoso Costa? Perguntou Val retribuindo a ironia.
- Bem “seu” Miro, pode mostrar os papéis para o seu velho “amigo”!
- Costa! Há quanto tempo hem?? Você ainda se lembra dos nossos antigos negócios??
- Pensei que você estivesse morto! Disse Costa com a voz trêmula.
- Como você pode ver, eu acabo de voltar do mundo dos mortos!
- Vamos lá Costa. Já viu os documentos? Assine logo a sua demissão e entre no site do banco para transferir o dinheiro que você nos roubou. Faça isso e você poderá reaver os documentos. O Miro ficará quieto!
7/15/2005
A indenização das cuecas!
7/14/2005
Mudanças: ceder ou resistir?

Aceitar o que não podemos mudar não é apenas uma questão de inteligência e bom senso. É sobrevivência.
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7/13/2005
Cueca: a nova unidade monetária da TI

7/05/2005
A democracia e o mercado de software

Em contrapartida, os fornecedores de soluções de código-aberto como Ibm, Oracle e Cobra, mostraram que seus produtos estão atingindo a maturidade tecnológica, conquistando a confiança do mercado e ganhando terreno, principalmente no setor bancário.
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6/29/2005
Abrindo a cabeça....

6/28/2005
Debatendo os crimes virtuais

Matérias relacionadas:
Audiência pública na Câmara dos Deputados vai debater crimes na internet
Cartilha ensina consumidores a fazerem negócios seguros pela Internet
6/27/2005
Frase do dia!
O Linux amplia sua presença

6/24/2005
Processos: A alma do negócio

A gestão de processos é a ferramenta certa para auxiliar as empresas a enfrentar esse desafio. Dentro dessa perspectiva, a tecnologia da informação é uma aliada poderosa, contudo, ela não deve ser considerada como a salvadora da pátria. Ao contrário, os sistemas de informação devem ser vistos como atores coadjuvantes na gestão empresarial. A sua implementação e funcionamento devem seguir a orientação determinada pelos processos de negócios.
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6/14/2005
O Linux chega ao varejo
Recentemente a Microsoft lançou um novo produto. Na verdade, uma versão simplificada do seu sistema operacional Windows XP: o Microsoft® Windows® XP Starter Edition que, segundo a empresa de Bill Gates, "oferece a melhor experiência aos usuários principiantes de computadores e a um custo mais acessível."
Penso que estamos assistindo ao início de grandes mudanças no modelo de comercialização de software. Até onde a Microsoft chegará com o Windows Starter Edition?
6/03/2005
O novo evangelho de Bill Gates
Em seu primeiro livro, “Uma estrada para o futuro” (The Road Ahead), lançado em 1995, Bill Gates fez inúmeras previsões sobre inovações tecnológicas que acabaram se tornando realidade. Foi o caso da gravação de música em formato digital. No entanto, outras previsões não vingaram, entre elas a carteira conectada a uma rede sem fio para sacar dinheiro virtual em caixas eletrônicos. Esse livro, segundo a própria Microsoft, foi um campeão de vendas e atingiu a marca de 2,5 milhões de exemplares vendidos até agora.
Todavia, em seu segundo livro, Gates queria evangelizar as camadas mais influentes e formadoras de opinião no mundo dos negócios. Assim surgiu “A empresa na velocidade do pensamento” (Business @ the speed of thought), que não é um livro técnico, mas sim ideológico; ele exorta as lideranças empresariais a perceber a tecnologia da informação como uma poderosa ferramenta de gestão para os negócios.
Neste novo evangelho “Microsoftiano”, Gates deseja mostrar como a tecnologia poderá contribuir para solucionar problemas ligados à saúde e educação mundiais, que, coincidentemente, são o foco do trabalho filantrópico da Fundação Bill & Melinda Gates. Curioso, não?
Outra curiosidade: em janeiro deste ano, Bill Gates esteve presente no Fórum Econômico Mundial que foi realizado em Davos, Suíça. Ele falou de educação, de saúde, anunciou doações de 100 milhões de US$ para pesquisas médicas, conclamou os grandes empresários a fazer doações, e pressionou o governo Americano para aumentar as verbas destinadas a pesquisas em saúde.
Além disso, Gates tentou resolver alguns problemas. Ele fez várias tentativas para se encontrar com o Presidente Lula, mas não conseguiu. Sua intenção era reverter os planos do governo brasileiro de usar o Linux em suas repartições e oferecer o apoio da Microsoft aos programas de inclusão digital.
Contudo, o marketing de Bill Gates é muito competente. Ele sabe ocupar espaços no mercado. Em seu novo livro, ele prosseguirá em sua cruzada para vender a idéia de um mundo “Microsoftizado”, tentará desqualificar as soluções de código aberto, fará novas previsões – algumas até mirabolantes – e quem sabe apontará novos caminhos para a Microsoft. O interesse de Gates em saúde e educação pode ser uma boa pista.
Orlando Ribeiro (Lan Ribeiro)
Consultor de negócios, Articulista e Redator de conteúdo
contato@orlandoribeiro.trd.br